Dia 6 - Perdão e libertação
“Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” (Colossenses 3: 13)
O perdão é uma das demonstrações mais poderosas do caráter de Cristo em nós. Não é apenas um conceito teológico bonito; é uma escolha prática e transformadora que tem o poder de mudar nossa vida e a vida daqueles ao nosso redor. Perdoar não significa minimizar a dor causada ou fingir que a ofensa não aconteceu.
Significa escolher liberar o ofensor da nossa cobrança pessoal e entregar a situação nas mãos de Deus.
A Bíblia nos afirma que a pessoa mais beneficiada pelo perdão somos nós mesmos. Quando nos recusamos a perdoar, é como se carregássemos uma pedra pesada na mochila da vida, ela nos cansa, nos torna amargos e impede que caminhemos com leveza.
O ressentimento é uma prisão onde, ironicamente, quem fica trancado é quem se recusa a perdoar. A chave dessa prisão está em nossas mãos, e ela se chama perdão.
Jesus nos ensinou a perdoar porque Ele mesmo nos perdoou primeiro. Quando compreendemos a profundidade do perdão que recebemos de Deus, um perdão imerecido, completo e definitivo, somos capacitados a estender essa mesma graça a outros.
Não perdoamos porque as pessoas merecem, mas porque fomos perdoados mesmo não merecendo.
O perdão é um processo que pode levar tempo, especialmente quando as feridas são profundas. Não se cobre para perdoar da noite para o dia. Comece orando pela pessoa que te machucou, pedindo a Deus que abençoe a vida dela. Isso pode parecer impossível no início, mas é um passo poderoso na direção da liberdade.
Perdoar não significa esquecer, nós podemos saber se perdoamos ou não quando tocar na ferida não nos causa mais dor.
Desafio de hoje: Se há alguém que você precisa perdoar, comece hoje orando por essa pessoa. Peça a Deus que a abençoe, que cuide dela, que transforme seu coração. Permita que Deus trabalhe em você o milagre do perdão. Continua.
